<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Bit a Bit &#187; identificação</title>
	<atom:link href="http://www.bitabit.eng.br/tags/identificacao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.bitabit.eng.br</link>
	<description>O Blog da Engenharia de Computação da POLI-USP</description>
	<lastBuildDate>Wed, 11 Jan 2012 16:12:49 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1.3</generator>
		<item>
		<title>Apresentando o Microsoft Tag</title>
		<link>http://www.bitabit.eng.br/2009/11/05/apresentando-o-microsoft-tag/</link>
		<comments>http://www.bitabit.eng.br/2009/11/05/apresentando-o-microsoft-tag/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 10:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Roberto Sonnino, Coop10</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coop10]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[cores]]></category>
		<category><![CDATA[etiqueta]]></category>
		<category><![CDATA[identificação]]></category>
		<category><![CDATA[iphone]]></category>
		<category><![CDATA[microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[microsoft research]]></category>
		<category><![CDATA[qr code]]></category>
		<category><![CDATA[tag]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.bitabit.eng.br/?p=592</guid>
		<description><![CDATA[Atualmente, uma das grandes tendências em tecnologia é tentar conectar o mundo virtual com o real. A maneira mais usual de fazer isso é usando dispositivos móveis; veja a popularidade de apps de Realidade Aumentada no iPhone por exemplo. Existem muitas maneiras de fazer essa conexão, e uma das mais simples é usando etiquetas visuais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente, uma das grandes tendências em tecnologia é tentar conectar o mundo virtual com o real. A maneira mais usual de fazer isso é usando dispositivos móveis; veja a popularidade de apps de <strong>Realidade Aumentada</strong> no iPhone por exemplo.</p>
<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-593  aligncenter" src="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2009/11/imagem2.png" alt="App de Realidade Aumentada para Iphone" width="201" height="302" /></p>
<p>Existem muitas maneiras de fazer essa conexão, e uma das mais simples é usando etiquetas visuais que podem ser lidas pela câmera do celular. O exemplo mais comum de etiqueta é o <strong>QR Code</strong>, da companhia japonesa Denso-Wave, que usa códigos 2D monocromáticos e contém uma quantidade de dados proporcional ao tamanho da imagem.</p>
<div id="attachment_595" class="wp-caption alignright" style="width: 116px"><img class="size-full wp-image-595" src="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2009/11/imagem3.png" alt="QR Code" width="106" height="106" /><p class="wp-caption-text">QR Code</p></div>
<p>O QR Code é um formato de codificação – todo o conteúdo deve estar presente na etiqueta visual. Isso é uma grande desvantagem porque o produtor acaba tendo que limitar a quantidade de dados ou fazer etiquetas enormes. Além disso esse formato não aproveita ao máximo as câmeras de celulares, porque:</p>
<ul>
<li>ele precisa de uma câmera de definição razoável para funcionar e</li>
<li>ele não usa cores para fazer os códigos, perdendo a oportunidade de compactar mais a etiqueta</li>
</ul>
<p>Para concorrer com formatos como esse a Microsoft Research criou o <strong>HCCB</strong> (High Capacity Color Barcode), que é um formato que usa triângulos coloridos para codificar os dados. Por causa disso, as tags são legíveis câmeras de baixa qualidade, mesmo em tamanhos minúsculos – segundo testes em laboratório, com um código de 8 cores já conseguiram compactar o equivalente a 550 caracteres em um centímetro quadrado de forma legível.</p>
<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-599 aligncenter" style="margin-top: 15px;margin-bottom: 15px" src="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2009/11/imagem4.png" alt="High Capacity Color Barcode" width="522" height="52" /></p>
<p>Porém, a principal limitação desse tipo de etiqueta ainda é que o conteúdo por si só continua limitado ao tamanho. A solução encontrada pela Microsoft foi o <strong>Microsoft Tag</strong>, um serviço de criação e gerenciamento de etiquetas que permite criar etiquetas de 4 cores e tamanho fixo que armazenam números únicos.</p>
<p>Esses números são associados no servidor a conteúdos como texto, URLs, vCards, imagens ou vídeo. Dessa forma, quando a Tag é lida por um software especial, o número é enviado ao servidor da Microsoft e o conteúdo é enviado de volta. Assim, o limite de dados é muito maior – veja por exemplo uma URL codificada com QR Code e com a Tag:</p>
<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-601 aligncenter" style="margin-top: 15px;margin-bottom: 15px" src="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2009/11/imagem5.png" alt="Comparação QRCode, Datamatrix Code e Microsoft Tag" width="588" height="185" /></p>
<p>Além disso, o sistema faz estatísticas de uso das Tags e tem um SDK que automatiza a criação de Tags, o que é muito útil para quem gerencia o conteúdo. As Tags também podem ser personalizadas, para se integrar melhor no design que está em volta:</p>
<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-602 alignnone" src="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2009/11/imagem6.png" alt="Microsoft Tag (design balões)" width="133" height="130" /><img class="size-full wp-image-603 alignnone" src="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2009/11/imagem7.png" alt="Microsoft Tag (design infantil)" width="125" height="124" /></p>
<p>E os usos da tecnologia são muito variados: você pode ligar uma caixa de um produto a um site, adicionar mais informações numa propaganda, ou mesmo desenvolver aplicações inovadoras para celulares. Para saber mais, não deixe de ver o <a href="http://blogs.msdn.com/tag/">blog da equipe do Microsoft Tag</a>, que tem um podcast semanal com dicas de aplicações interessantes da Tag.</p>
<p style="text-align: left">O Microsoft Tag é grátis e funciona em todos os smartphones com camera e internet (lista completa em <a href="http://www.microsoft.com/Tag/Content/faq/allDevices.aspx">http://www.microsoft.com/Tag/Content/faq/allDevices.aspx</a>). Para baixar, visite o site <a href="http://gettag.mobi/">http://gettag.mobi/</a> no seu celular. Se você baixar, experimente com essa Tag ligada ao URL do Bit a Bit:</p>
<p style="text-align: center"><img class="size-medium wp-image-622 aligncenter" src="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2009/11/Bit_a_Bit_20091151256-300x300.jpg" alt="Microsoft Tag - Bit a Bit" width="150" height="150" /></p>
<p>Para saber mais:</p>
<ul>
<li>Para baixar o software da Tag: <a href="http://gettag.mobi/">http://gettag.mobi/</a></li>
<li>Projeto brasileiro da Imagine Cup 2009, que usa Tags: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=hd3-H_oRMHw">http://www.youtube.com/watch?v=hd3-H_oRMHw</a></li>
<li>Mais sobre a tecnologia Tag/HCCB: <a href="http://www.microsoft.com/Tag/Content/overview/">http://www.microsoft.com/Tag/Content/overview/</a></li>
<li>Mais sobre custom tags: <a href="http://www.microsoft.com/tag/content/overview/CustomTags.aspx">http://www.microsoft.com/tag/content/overview/CustomTags.aspx</a></li>
<li>Blog da equipe do MS Tag: <a href="http://blogs.msdn.com/tag/">http://blogs.msdn.com/tag/</a></li>
</ul>
<img src="http://www.bitabit.eng.br/?ak_action=api_record_view&id=592&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.bitabit.eng.br/2009/11/05/apresentando-o-microsoft-tag/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O que é Hipervídeo?</title>
		<link>http://www.bitabit.eng.br/2009/10/25/o-que-e-hipervideo/</link>
		<comments>http://www.bitabit.eng.br/2009/10/25/o-que-e-hipervideo/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 19:13:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe M. S. de Campos, Coop10</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coop10]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[computer vision]]></category>
		<category><![CDATA[ensino a distância]]></category>
		<category><![CDATA[hipervídeo]]></category>
		<category><![CDATA[hypercafe]]></category>
		<category><![CDATA[hypervideo]]></category>
		<category><![CDATA[identificação]]></category>
		<category><![CDATA[interatividade]]></category>
		<category><![CDATA[novas mídias]]></category>
		<category><![CDATA[processamento de imagem]]></category>
		<category><![CDATA[reconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[TV digital]]></category>
		<category><![CDATA[TV interativa]]></category>
		<category><![CDATA[visão computacional]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.bitabit.eng.br/?p=166</guid>
		<description><![CDATA[Graças a avanços tecnológicos, barateamento da banda larga e fenômenos da internet, os vídeos estão cada vez mais presentes em nosso cotidiano. Com a intenção de tornar esse tipo de mídia algo mais interativo, podemos chegar ao conceito de hipervídeo. Da mesma maneira que passamos de documentos de texto isolados para o hipertexto, podemos repetir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Graças a avanços tecnológicos, barateamento da banda larga e fenômenos da internet, os vídeos estão cada vez mais presentes em nosso cotidiano. Com a intenção de tornar esse tipo de mídia algo mais interativo, podemos chegar ao conceito de hipervídeo.</p>
<p>Da mesma maneira que passamos de documentos de texto isolados para o hipertexto, podemos repetir o processo para os vídeos e o que teremos serão os<img class="alignright size-full wp-image-170" title="Hipervídeo" src="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2009/10/playf1.png" alt="Hipervídeo" width="270" height="270" /> hipervídeos. Agora, assim como os hiperlinks em um hipertexto proporcionam navegabilidade dentro do próprio texto e a outros documentos externos, o mesmo pode ocorrer para o hipervídeo. Mas existe uma diferença com relação aos links nesses dois contextos. Em um hipervídeo, o link depende também do tempo e do espaço, portanto ele não é mais estático.</p>
<p>Um link pode ser referente a um objeto, podendo esse ser uma roupa, um carro, uma pessoa ou qualquer outro objeto que se deseje adicionar mais detalhes. Pode-se perceber então que um link pode mudar de posição, além de aparecer e desaparecer durante a execução do vídeo.</p>
<p>Os links podem levar o usuário a outras partes do mesmo vídeo ou ainda a outros vídeos, sendo esses dentro do próprio computador do usuário ou pela internet. Além disso, também é possível que os links levem para imagens, textos, sons, gráficos ou qualquer outro material que ajude a explicar com mais detalhes o objeto clicado, o que confere um grande potencial para esse tipo de mídia.</p>
<p>Esta forma de hipervídeo, que explora mais conteúdos complementares ao que aparece na imagem e permite a investigação mais detalhada dos objetos em estudo em mídias complementares recebe o nome de detail-on-demand. Esse tipo de abordagem é adequada para vídeos que explicam “como fazer”, nos quais um tópico explicado num nível mais abstrato pode ser detalhado quando o usuário clica em um elemento para visualizar aspectos mais específicos. Podemos citar então, vídeos de treinamento, educacionais, publicitários e até novos tipos de jornais onde seria possível se aprofundar mais em determinada notícia, enquanto em outras, o usuário decide apenas assistir de forma mais superficial.</p>
<p>Existe também uma outra abordagem para o hipervídeo. Essa está mais preocupada com os caminhos que um usuário pode seguir dentro de uma narrativa do que como detalhamento dos conteúdos presentes nela. Dessa maneira, é criada uma forma de narrativa multiperspectiva, onde as escolhas do usuário determinam o desdobramento da narrativa, permitindo a ele a interação direta com a história e seu desenrolar.</p>
<p>Nessa lógica, o hipervídeo proporciona ao espectador, assim como ocorre em jogos de vídeo-game, a experiência de interferir e, portanto, conduzir o foco da narrativa a partir de suas escolhas e interesses. Podendo então, enfatizar determinados personagens ou temas. Essa interferência causa um efeito cascata sobre o desenvolvimento da narrativa. Mais do que navegar por diversas possibilidades de desenvolvimento da história, há a reestruturação da história, impulsionada pelas escolhas realizadas pelo espectador. Um exemplo conhecido foi o Hypercafe. Ele permitia ao usuário seguir diferentes conversas, oferecendo oportunidades dinâmicas de interação que apresentam narrativas alternativas.</p>
<p>A utilização do hipervídeo dá ao usuário a habilidade de criar uma experiência não linear com esse tipo de mídia, o que permite sair de um papel mais passivo e tornar-se ator, definindo percursos e conteúdos a serem explorados. Logo, com a liberdade para criar seu próprio caminho, não dependendo de como o vídeo foi originalmente criado nem ficando restrito ao conteúdo superficialmente presente, a experiência com essa mídia se torna mais agradável, já que as escolhas são feitas pela própria pessoa que a utiliza.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">-</span></p>
<p>Nas referências abaixo você encontra textos de blogs, wiki, artigos um pouco mais formais e outros nem tanto. Vale ressaltar que, apesar desse assunto ser relativamente novo e ainda estar em franco desenvolvimento e criação, os três primeiros links retratam exemplos de hipervídeos.</p>
<div><a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/grandes-reportagens/2007/04/20/grande_reportagem.2007-04-20.3395157567" target="_blank">Consumo Consciente</a></div>
<div><a href="http://www.andredeak.com.br/2007/05/03/fizemos-o-hipervideo/" target="_blank">Fizemos o Hipervídeo</a></div>
<div><a href="http://video.asterpix.com/v/310234661/V%C3%ADdeo-006---Adição-e-subtração-de-monômios/" target="_blank">Asterpix, um exemplo</a></div>
<div><a href="http://imezzo.wordpress.com/2007/05/09/consideracoes-sobre-o-hipervideo-a-proposito-do-hipervideo-da-agencia-brasil/" target="_blank">Considerações sobre o hipervídeo</a></div>
<div><a href="http://gattune.blog.br/hipertexto-hipervideo-hiperfoto-asterpix-flickr-e-outras-palavras/" target="_blank">Hipertexto, HiperVideo, HiperFoto: Asterpix, Flickr e outras palavras</a></div>
<div><a href="http://www.yaso.in/?p=101" target="_blank">hipervídeo, design e usabilidade</a></div>
<div><span style="color: #ffffff;">-</span></div>
<div><a href="http://peadportfolio156653.blogspot.com/2008/08/hipervdeo-na-educao.html" target="_blank">Hipervídeo na educação</a></div>
<div><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hypervideo" target="_blank">Wikipedia &#8211; Hypervideo</a></div>
<div><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~espcom/revista/numero1/ArtigoJanainaPatrocinio.html " target="_blank">Hipervídeo &#8211; Janaina</a><a href="http://www.fafich.ufmg.br/~espcom/revista/numero1/ArtigoJanainaPatrocinio.html" target="_blank"> Moreira do Parocínio</a></div>
<div><a href="http://www.csdl.tamu.edu/~l0f0954/academic/cpsc610/p-1.htm" target="_blank">A Picture of Hypervideo Today &#8211; Luis Fransisco Revilla</a></div>
<div><a href="http://200.169.53.89/download/CD%20congressos/2008/SBIE/sbie_artigos_completo/HVet-um%20Modelo%20Web%20de%20Hiperv%C3%ADdeo%20Aplicado%20ao%20Ensino.pdf" target="_blank">HVet: um Modelo Web de Hipervídeo Aplicado ao Ensino de Cirurgia Veterinária &#8211; Claudio Afonso Baron Tiellet, José Valdeni Lima, UFRGS, Eliseo Berni Reategui</a></div>
<div><a href="http://lab.etfto.gov.br/~focking/Multim%EDdia/Hipermidia2.pdf" target="_blank">Introdução à Hipermídia</a><a href="http://lab.etfto.gov.br/~focking/Multim%EDdia/Hipermidia2.pdf" target="_blank"> - Vanessa de Paula Braganholo</a></div>
<div><a href=" http://homepages.di.fc.ul.pt/~paa/projects/conferences/coopmedia2000/chambel.pdf" target="_blank">Aprender com Vídeo em Hipermédia &#8211; Teresa Chambel, Nuno Guimarães</a></div>
<div><a href=" http://www.multiciencia.unicamp.br/artigos_02/a_02_.pdf" target="_blank">Integração Multimédia em Meios e Ambientes Aumentados nos Contextos Educativos e Culturais &#8211; Nuno Correia, Teresa Chambel</a></div>
<div><a href="http://ieeexplore.ieee.org/Xplore/login.jsp?url=http%3A%2F%2Fieeexplore.ieee.org%2Fiel5%2F9907%2F4445704%2F04445709.pdf%3Farnumber%3D4445709&amp;authDecision=-203" target="_blank">Matching Interactive TV and Hypervideo &#8211; Sampaio Gradvohl, Andre Leon; Iano, Yuzo</a></div>
<div><span style="color: #ffffff;">-</span></div>
<div><span style="color: #ffffff;">-</span></div>
<img src="http://www.bitabit.eng.br/?ak_action=api_record_view&id=166&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.bitabit.eng.br/2009/10/25/o-que-e-hipervideo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

