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	<title>Bit a Bit &#187; Nathalia Sautchuk Patrício</title>
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	<description>O Blog da Engenharia de Computação da POLI-USP</description>
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		<title>iWoz: A versão da história da Apple por Steve Wozniak</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2011 04:35:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nathalia Sautchuk Patrício, Coop9</dc:creator>
				<category><![CDATA[Computação]]></category>
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		<description><![CDATA[Nos últimos tempos, passei diversas noites lendo o livro iWoz que conta a versão da história da Apple segundo o Steve Wozniak. Não sou nenhuma fã da Apple e sequer tenho um produto da empresa. Mas quando vi o livro vendendo na Campus Party nesse ano, acabei comprando por ser um &#8220;livro de histórias&#8221; da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos tempos, passei diversas noites lendo o livro <a href="http://www.editoraevora.com.br/livro/iwoz.aspx">iWoz</a> que conta a versão da história da Apple segundo o Steve Wozniak.</p>
<p>Não sou nenhuma fã da Apple e sequer tenho um produto da empresa. Mas quando vi o livro vendendo na <a href="http://www.campus-party.com.br/">Campus Party</a> nesse ano, acabei comprando por ser um &#8220;livro de histórias&#8221; da  computação e porque fiquei sabendo que o Woz iria dar uma palestra na  Campus e autografar os livros. Por fim, não consegui ir a palestra, mas  fiquei sabendo que foi muito bacana.<br />
Quando se fala em Apple, em  geral, as pessoas associam a figura de Steve Jobs. Porém, a empresa foi  fundada por dois Steves, o Jobs e o Wozniak como bem mostrado no filme &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Piratas_do_Vale_do_Sil%C3%ADcio">Piratas do Vale do Silício</a>&#8220;.  O livro, antes de ser de fato sobre a história da Apple, é uma  biografia de Steve Wozniak, desde seus tempos de criança até sua vida  após a Apple.</p>
<p>No início do livro, Woz conta como seu pai foi seu  grande motivador a se tornar um engenheiro. A forma como ele o motivava  era bem interessante: apenas respondia o que o filho o perguntava sem  querer &#8220;adiantá-lo&#8221;, mas de uma forma que o induzia a ter mais  curiosidade em entender sobre eletrônica. Com certeza, pode-se notar que  ele fez um excelente trabalho com marcas profundas na formação de Woz.</p>
<p>Durante  sua infância Woz se envolveu em vários projetos de eletrônica, tanto  junto com seu pai quanto com os Garotos Eletrônicos. Por exemplo, quando  Woz tinha 11 anos, construiu a sua própria estação de radioamador e  obteve uma licença de radioamador. Aos 13 anos, foi eleito presidente do  clube de eletrônica de sua escola e ganhou o primeiro prêmio em uma  feira de ciências regional por uma calculadora baseada em transistores.</p>
<p>Wozniak  também esclarece algumas coisas que dizem por ai sobre a Apple e a  invenção do computador pessoal. De fato, Woz projetou sozinho o primeiro  computador pessoal que existiu, que veio a se tornar o Apple I.</p>
<p>O  livro me levou a conclusão de que o verdadeiro empreendedor da Apple  era o Steve Jobs, enquanto o Wozniak era o inventor de seu produto. Isso  fica bem claro quando, pressionado por um investidor, Woz diz que não  queria sair de seu emprego na HP para tocar a Apple junto com Jobs.  Queria que fosse uma coisa paralela na sua vida como tinha sido até  então. Ou seja, a Apple jamais teria existido se Jobs e Woz não tivessem  se juntado. Apesar de Woz deixar claro que os dois eram muito  diferentes, por outro lado, eles, de certa forma, se completavam: sem a  iniciativa de Jobs, a Apple não teria sido criada e sem a grande sacada  de Woz, a Apple não teria seu produto.</p>
<p>Um boato que esclarece no  livro é de que teria saído da Apple por estar insatisfeito com as  atitudes de seus administradores. Na verdade, após sofrer um acidente de  avião e ficar 5 semanas afastado do trabalho com amnesia, Woz decidiu  continuar afastado da empresa e voltar a Berkeley para terminar seu  curso de Engenharia. Depois de terminar o curso, voltou novamente a  trabalhar na Apple. Porém, ele sentiu que já não havia mais espaço para  inovar e, quando uma outra ideia de tecnologia surgiu em sua cabeça,  decidiu que era hora de se dedicar a ela. A ideia era simplesmente o que  hoje conhecemos por controle remoto universal.</p>
<p>Após isso, ele ainda se aventurou na área da docência: começou a dar aulas de informática para crianças.</p>
<p>A  principal lição que fica do livro é que o incentivo a curiosidade e a  criação de condições para a descoberta das respostas às questões  levantadas pelas crianças podem gerar grandes frutos: pessoas com  pensamento independente como Woz. Ele conseguiu vislumbrar que cada  pessoa poderia ter um computador em casa e que isso transformaria suas  vidas, mesmo quando quase todos achavam isso uma grande bobagem.</p>
<p>iWoz  é um bom livro e sua leitura é recomendada para todos aqueles da área  da computação, pois trata de questões bem comuns da nossa área de uma  forma muito humana.</p>
<p>P.S.: A única coisa que me irritou no livro é  um erro de tradução do inglês para o português. Traduziram &#8220;register&#8221;  como &#8220;registro&#8221;, quando, na verdade, deveria ser registrador. FAIL!!!</p>
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		<title>Como escolher um bom mouse wireless</title>
		<link>http://www.bitabit.eng.br/2011/01/22/como-escolher-um-bom-mouse-wireless/</link>
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		<pubDate>Sat, 22 Jan 2011 02:42:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nathalia Sautchuk Patrício, Coop9</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Logitech é bastante conhecida pela qualidade dos produtos que desenvolve. Ela é focada em dispositivos de entrada e saída, como mouses, teclados, web-cams e alto falantes. Há alguns anos atrás, eu tive a maravilhosa idéia de comprar um mouse sem fio, porque a CPU do meu computador ficava embaixo da mesa e o fio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Logitech é bastante conhecida pela qualidade dos produtos que  desenvolve. Ela é focada em dispositivos de entrada e saída, como  mouses, teclados, web-cams e alto falantes.</p>
<p>Há alguns anos atrás,  eu tive a maravilhosa idéia de comprar um mouse sem fio, porque a CPU  do meu computador ficava embaixo da mesa e o fio ficava muito esticado,  quase não dando para mexer o mouse para onde queria. Um dia estava na  Santa Ifigênia (conhecida rua de eletrônicos em São Paulo) e comprei um  mouse wireless da A4Tech. Eu não tinha a mínima referência se a marca  era boa ou não, mas que queria e foi o mouse que tinha o preço que eu  estava disposta a pagar.</p>
<p>Logicamente a experiência não foi a das  melhores. O mouse possuia uma base que se conectava na USB do  computador. Essa mesma base servia também para recarregar as pilhas  usadas no mouse: 2 pilhas AA. A idéia da base servir também de  carregador até que era boa, mas os pontos positivos paravam por ai. A  comunicação entre o mouse e a base era feita através de infra-vermelho. A  distância que o mouse poderia ficar da base era simplesmente ridícula:  se colocasse o mouse há uns cinco centímetros de distância da base, ele  já não funcionava. Sem exagero! Além disso, o mouse gastava muita pilha.  As pilhas não chegavam a durar um dia inteiro, tendo que ser  recarregadas. O mouse era ainda extremamente pesado e desconfortável de  ser usado. O modelo que eu possuia era bem parecido com o que está na  foto abaixo.</p>
<p><a href="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2011/01/a4tech.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1747" src="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2011/01/a4tech-300x147.jpg" alt="" width="300" height="147" /></a></p>
<p>No fim, acabei abandonando o mouse da A4Tech e voltando para o mouse com  fio que apesar de ficar esticado me possibilitava mexer melhor no  computador. Até recentemente eu ainda tinha cismas em relação a mouses  sem fio devido a minha experiência mal sucedida com o da A4Tech.</p>
<p>Porém,  resolvi arriscar a comprar um mouse da Logitech devido a sua fama. E  por ora não me arrependi e percebi que realmente mouses wireless podem  ser interessantes. Adquiri um mouse wireless do modelo M510. O meu  principal motivo da escolha foi o preço: era modelo mais barato da  Logitech. Mesmo sendo o mais barato, posso dizer que a qualidade dele é  excelente, apesar de ter menos funcionalidades que outros modelos mais  caros.</p>
<p>Com o tempo, percebi que o custo não era o único atrativo  desse modelo. O mouse é bastante ergonômico, sendo que suas laterais são  emborrachadas, o que torna o seu uso por longo período de tempo  agradável. Ele possui dois botões na lateral para dar Back e Forward nas  páginas de internet (apesar de ainda não ter me acostumado a usá-los,  mas há quem goste) e um botão de scrolling.</p>
<p><a href="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2011/01/M510_BTY4_72_dpi.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1748" src="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2011/01/M510_BTY4_72_dpi-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></a></p>
<p>O receptor do mouse é conectado na porta USB do micro e é pequeno e  discreto. Devido ao seu pequeno tamanho, é possível guardá-lo no  compartimento das pilhas, evitando a sua perda durante o transporte. O  mouse usa duas pilhas AA e elas duram muito; no site da Logitech é dito  que a duração é de dois anos (ainda não pude comprovar, mas posso dizer  que dura mais de 6 meses, o que já um tempo grande).</p>
<p><a href="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2011/01/L23-0080-call10-cba.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1749" src="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2011/01/L23-0080-call10-cba-300x275.jpg" alt="" width="300" height="275" /></a></p>
<p>Meu namorado comprou também um mouse da Logitech, só que do modelo LX8.  Também um excelente mouse. São poucas as difernças em relação ao modelo  M510. Ele possui praticamente o mesmo formato e tamanho do M510, porém é  levemente mais pesado. Uma vantagem do LX8 em relação ao M510 é que ele  é todo emborrachado (o M510 é emborrachado apenas nas laterais). Em  relação aos botões de Back e Forward, cada um fica em uma lateral do  mouse, enquanto o outro possui ambos os botões a esquerda. Sinceramente,  para mim, não faz uma grande diferença, é uma questão de costume. O LX8  possui também botão de scrolling. Já o receptor do LX8 que deve ser  conectado na USB é bem maior que o do M510 e não pode carregado junto  com o mouse. Para mim, essa é uma desvantagem, pois eu perco com muita  facilidade coisas pequenas como pen-drives, por exemplo.</p>
<p><a href="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2011/01/LX8-Cordless-Laser-Mouse.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1750" src="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2011/01/LX8-Cordless-Laser-Mouse-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Quando avalio os dois mouses da Logitech, acredito que o M510 possui  melhor relação custo-benefício quando comparado com o LX8, uma vez que  este último possui um preço maior sem oferecer funcionalidades a mais  por isso. Por fim, a escolha do mouse é uma questão muito pessoal,  devendo sempre levar em conta o gosto da pessoa e a sua sensação de  conforto no uso do mouse.</p>
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		<title>Impressões sobre o Kindle DX</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 20:17:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nathalia Sautchuk Patrício, Coop9</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já faz algum tempo que adquiri um Kindle, o leitor de e-book da Amazon. Antes de comprar eu estava com receio, pois nunca havia visto um desses ao vivo. Apesar de ter visto fotos, nunca é a mesma coisa que pegar na mão para sentir como é. Porém me convenci a comprar pelo fato de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já faz algum tempo que adquiri um Kindle, o leitor de e-book da Amazon. Antes de comprar eu estava com receio, pois nunca havia visto um desses ao vivo. Apesar de ter visto fotos, nunca é a mesma coisa que pegar na mão para sentir como é.</p>
<p>Porém me convenci a comprar pelo fato de estar fazendo mestrado e precisando ler diversos artigos. A grande maioria está em formato pdf e eu já estava tentando achar uma solução melhor para lê-los sem ser na tela do computador, que possui um brilho que acaba cansando a vista com o tempo. Também não queria ter que imprimir os artigos e depois ter que guardar essa papelada em algum lugar.</p>
<p>Adquiri o Kindle DX na cor grafite que possui 9.7 polegadas. Uma das vantagens desse modelo é que ele vem com 3G gratuito que pode ser usado em qualquer lugar no mundo. Aqui no Brasil funciona tranquilamente: já usei tanto o 3G na cidade de São Paulo como também em Mongaguá, litoral sul de São Paulo. Meu namorado usou em diversas cidades dos EUA sem maiores problemas.</p>
<p><a href="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2011/01/kindle.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1739" src="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2011/01/kindle-208x300.jpg" alt="" width="208" height="300" /></a></p>
<p>A leitura no Kindle DX de 9.7 polegadas é bastante confortável,  primeiramente, porque ele possui o tamanho e formato muito próximos ao  de um papel carta. Com isso, as letras ficam em um tamanho bom e  legível, mesmo quando se está lendo um pdf. No caso de livros para  Kindle, a legibilidade é melhor ainda. Existe também uma versão de 6  polegadas do Kindle. Porém, essa possui a legibilidade pior quando  tentamos ler um arquivo pdf; para livros em formato Kindle esse problema  já não existe. Quanto ao peso do Kindle, ele é bastante leve e portátil  para ser carregado.</p>
<p>Você pode ler um texto em qualquer uma das 4  direções da tela. Eu gosto mais de ler com o Kindle de &#8220;ponta-cabeça&#8221;.  Isso porque costumo ler deitada, apoiando o Kindle na barriga e quando  lia na posição normal acabava por acionar as teclas e ativando a busca.  Resolvi inverter e com isso não esbarro mais sem querer no teclado.</p>
<p><a href="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2011/01/kindle_deitado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1740" src="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2011/01/kindle_deitado-300x187.jpg" alt="" width="300" height="187" /></a></p>
<p>Falando no teclado, eu sinceramente não gosto muito dele. O primeiro  motivo é o mencionado acima. Além disso, as teclas são muito pequenas,  dificultando muito o seu uso. Acredito que tenha sido proposital tal  design de teclado para que as pessoas usassem o 3G o mínimo possível  para navegar em outras coisas e mais para comprar os livros disponíveis  na Amazon (porque eles disponibilizariam 3G gratuito no mundo todo se  não fosse para tirar alguma vantagem?).</p>
<p>O browser do Kindle DX é  não um dos melhores. Ele é bem básico e serve muito bem para a utilidade  de comprar livros pela Amazon, mas navegar em qualquer site já é uma  coisa um pouco além das expectativas.</p>
<p>A bateria do Kindle dura muito. Você esquece até de carregá-la; a frequência de carga é mensal.</p>
<p>Quando  o Kindle está desligado, ele sempre fica com algum desenho que lembra  uma capa de livro. Esses desenhos ficam alternando ao longo das vezes em  que é desligado.</p>
<p><a href="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2011/01/kindle_desligado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1741" src="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2011/01/kindle_desligado-207x300.jpg" alt="" width="207" height="300" /></a></p>
<p>O cabo do Kindle DX é muito interessante. Ao mesmo tempo que serve para  carregar o aparelho, serve também para conectar no computador para  passar arquivos. Ele possui um conector mini-USB que serve para conectar  no Kindle e um conector USB para conectá-lo a um computador. Porém,  existe um adaptador de USB para tomada que vem junto com o cabo. Com  isso, você pode usar o mesmo cabo para carregar o seu Kindle.  Sinceramente, eu gostei muito dessa idéia e gostaria muito que no futuro  os cabos dos demais aparelhos eletrônicos fossem assim.</p>
<p><a href="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2011/01/carregador_kindle.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1742" src="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2011/01/carregador_kindle-300x196.jpg" alt="" width="300" height="196" /></a></p>
<p>Uma outra vantagem do Kindle é que seus livros são mais baratos que os  livros em papel. Com a compra de poucos livros nesse formato ao invés do  papel você já paga o equipamento. Se você registrar mais de dois  Kindles na mesma conta da Amazon, você pode baixar os livros comprados  em todos. No meu caso, meu namorado tem a conta na Amazon, compra os  livros e nós dois podemos baixar nos nossos Kindles. Sem contar na  grande quantidade de &#8220;amostras grátis&#8221; de livros (você pode baixar o  primeiro capítulo dos livros para ver se gosta).</p>
<p>Uma última coisa interessante é a possibilidade de se escutar música enquanto está lendo, pois o Kindle tem suporte a MP3.</p>
<p>Numa  avaliação geral, eu diria que o Kindle só vale a pena para aquelas  pessoas que lêem com bastante frequência, seja tanto livros quanto  artigos acadêmicos. Se sua maior fonte de leitura for jornais impressos,  por ora, no Brasil, ainda não vale a pena ter um Kindle para isso. Em  outros países, já existem serviços de assinatura de jornal para Kindle;  aqui ainda não temos isso. Para leitura de internet também não acredito  ser a melhor opção pelas restrições do browser do equipamento</p>
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		<title>Brasileiros criam projeto de baixo custo para deficientes visuais e são finalistas de competição internacional</title>
		<link>http://www.bitabit.eng.br/2010/01/27/brasileiros-criam-projeto-de-baixo-custo-para-deficientes-visuais-e-sao-finalistas-de-competicao-internacional/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 04:49:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nathalia Sautchuk Patrício, Coop9</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coop7]]></category>
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		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[baixo custo]]></category>
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		<description><![CDATA[Estudantes da USP criam identificador de cores de baixo custo para deficientes visuais e precisam de apoio para vencer uma competição internacional de empreendedorismo social Enxergar cores não é apenas uma questão estética. Pessoas portadoras de deficiências visuais não conseguem reconhecer cores, nem notas de dinheiro. Esta capacidade é importante para uma boa qualidade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudantes da USP criam identificador de cores de baixo custo para deficientes visuais e precisam de apoio para vencer uma competição internacional de empreendedorismo social</p>
<p><span style="font-family: Arial">Enxergar cores não é apenas uma questão estética. Pessoas portadoras de deficiências visuais não conseguem reconhecer cores, nem notas de dinheiro. Esta capacidade é importante para uma boa qualidade de vida porque as torna independentes, elevando a sua auto-estima. Porém, esta deficiência as impede de trabalhar em muitas áreas, e, uma vez que a maioria destas pessoas são de baixa renda, necessitam de uma solução de baixo custo.</p>
<p></span><span style="font-family: Arial">No mundo, há 314 milhões de pessoas com algum tipo de problema visual, sendo que 45 milhões destas são cegas (OMS, 2009). Além disso, 87% delas vivem em países em desenvolvimento ou subdesenvolvidos, sendo 25 milhões só no Brasil. Cerca de 29% dos brasileiros com problemas visuais (7.25 milhões) vivem com menos do que um salário mínimo por mês (IBGE, 2009). No Brasil, aparelhos identificadores de cores custam de R$600,00 a R$1200,00, o que é um custo altíssimo para a maioria das pessoas que dependem dele.</span><br />
<span style="font-family: Arial"><br />
Foi pensando nisso que eu e o Fernando criamos a <a title="Auire" href="http://www.auire.com.br/" target="_blank">Auire</a>, uma empresa social que propõe projetos acessíveis que ajudem a população. Nosso primeiro projeto é um identificador de cores e dinheiro de baixo custo para pessoas com deficiência visual. </span><br />
<span style="font-family: Arial"><br />
A solução é um aparelho portátil que fala a cor de um objeto ou o valor da nota de dinheiro. As notas de dinheiro no Brasil são de diferentes cores, o que permite o uso dessa propriedade para identificá-las.</span><br />
<span style="font-family: Arial"><br />
O projeto foi inscrito para o programa de incubação inaugural do </span><a href="http://www.unreasonableinstitute.org/" target="_blank">Unreasonable Institute</a><span style="font-family: Arial"> e foi um dos 42 finalistas. O instituto oferece um programa intensivo de treinamento, incubação, apoio e financiamento a jovens empreendedores de todo mundo para transformar em realidade projetos com foco social ou ambiental. Os selecionados passarão 10 semanas na sua sede em Boulder, Colorado, EUA, para aprender como colocar suas idéias em prática. Ao final, terão contato direto com 200 investidores. Para chegar à etapa final, os empreendedores tiveram que superar 285 competidores e provar que o projeto pode tornar-se autosuficiente em um ano, atingir 1 milhão de pessoas e expandir-se para fora de seu país de origem em menos de três anos.</span><br />
<span style="font-family: Arial"><br />
Agora, nós devemos passar por uma nova etapa. O programa de incubação custa US$6.500,00 por projeto. Porém, os empreendedores não podem pagar diretamente por ele. Cada um deles deve arrecadar doações para sua idéia. Em cada semana haverá um limite para doações por pessoa (US$10,00 na primeira), para que seja atingido o maior número de pessoas possível. Serão selecionados os primeiros 25 empreendedores que alcançarem o objetivo. Para apoiar o projeto da Auire, basta acessar a nossa </span><a href="http://www.unreasonablefinalists.org/index.php?action=about_pro&amp;proId=148" target="_blank">página de finalistas</a><span style="font-family: Arial"> no site do instituto e fazer sua doação.</span><br />
<span style="font-family: Arial"><br />
<strong>Sobre a competição:</strong></span></p>
<p><span style="font-family: Arial">O </span><a href="http://www.unreasonableinstitute.org/" target="_blank">Unreasonable Institute</a><span style="font-family: Arial"> é uma ONG internacional que incuba negócios sociais de alto impacto. </span><span style="font-family: Arial">A edição inaugural do programa de incubação reuniu 284 competidores, de 6 continentes e de 45 países. Na última etapa 42 finalistas concorrem a 25 vagas através do processo de &#8220;</span>crowd-sourcing&#8221;. <span style="font-family: Arial"><strong></strong></span><br />
<span style="font-family: Arial"><br />
<strong>Contato Institucional:</strong> <a href="mailto:info@auire.com.br" target="_blank">info@auire.com.br</a></span><br />
<span style="font-family: Arial"><strong>Site Oficial:</strong> </span><a href="http://www.identificadordecores.com.br/" target="_blank">www.identificadordecores.com.br</a></p>
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		<title>Demonstração Prática e Bancas de Projeto de Formatura da Engenharia de Computação</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 03:18:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nathalia Sautchuk Patrício, Coop9</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Computação]]></category>
		<category><![CDATA[Coop9]]></category>
		<category><![CDATA[banca]]></category>
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		<description><![CDATA[Nos dias 14 e 15 de dezembro (segunda e terça) ocorrerão as apresentações dos projetos de formatura da Engenharia de Computação, tanto do curso semestral quanto do cooperativo. No dia 14 acontecerá a demonstração prática dos projetos na qual todos os projetos estarão expostos e poderão ser vistos funcionando. Os projetos serão expostos em dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias 14 e 15 de dezembro (segunda e terça) ocorrerão as apresentações dos projetos de formatura da Engenharia de Computação, tanto do curso semestral quanto do cooperativo.</p>
<p>No dia 14 acontecerá a demonstração prática dos projetos na qual todos os projetos estarão expostos e poderão ser vistos funcionando. Os projetos serão expostos em dois períodos: de manhã (das 08h30 às 11h30) e de tarde (das 13h30 às 16h30). A demonstração ocorrerá na sala C1-49 do prédio de Engenharia Elétrica da Poli-USP.</p>
<p>Já no dia 15 serão as bancas de projeto de formatura. Elas ocorrerão nas salas B2-04, B2-06 e B2-08 também do prédio da Elétrica das 8h30 às 16h30. Cada banca tem a duração de 30 minutos.</p>
<p>Informações sobre os projeto de formatura a serem apresentados podem ser encontrados em: <a href="http://www.pcs.usp.br/~pcspf/ProjetosdeFormatura_coop.htm">http://www.pcs.usp.br/~pcspf/ProjetosdeFormatura_coop.htm</a> e <a href="http://www.pcs.usp.br/~pcspf/ProjetosdeFormatura_sem.htm">http://www.pcs.usp.br/~pcspf/ProjetosdeFormatura_sem.htm</a>.</p>
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		<title>Spam enlatado!</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 18:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nathalia Sautchuk Patrício, Coop9</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coop9]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperativo]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[e-mail]]></category>
		<category><![CDATA[história da computação]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[spam]]></category>

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		<description><![CDATA[O SPAM (com letras maiúsculas) é um presunto condimentado (SPiced hAM) e enlatado americano, fabricado pela Hormel Foods desde 1930. Mas o que esse alimento tem a ver com a internet? É uma história bastante curiosa que descobri quando estagiava no NIC.br. Presunto Condimentado SPAM A data &#8220;oficial&#8221; do &#8220;nascimento&#8221; do spam eletrônico pode ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O SPAM (com letras maiúsculas) é um presunto condimentado (SPiced hAM) e enlatado americano, fabricado pela <a href="http://www.hormel.com/">Hormel Foods</a> desde 1930.</p>
<p>Mas o que esse alimento tem a ver com a internet? É uma história bastante curiosa que descobri quando estagiava no <a href="http://www.nic.br">NIC.br</a>.</p>
<div id="attachment_785" class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-785" src="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2009/11/Spam_with_cans.jpg" alt="Presunto Condimentado SPAM" width="400" height="300" /><p class="wp-caption-text">Presunto Condimentado SPAM</p></div>
<p>A data &#8220;oficial&#8221; do &#8220;nascimento&#8221; do spam eletrônico pode ser considerada como 5 de março 1994. Neste dia, dois advogados, Canter e Siegel, enviaram uma mensagem sobre uma loteria de <em>Green Cards</em> americanos para um grupo de discussão da USENET. O ato de enviar uma mensagem de propaganda para um fórum sem foco no assunto causou espanto e revolta em muitos assinantes do grupo.</p>
<p>No dia 12 de abril de 1994, o ato se repetia mais uma vez, mas com o envio da mesma mensagem para diversos grupos de discussão da USENET. Nesse novo envio foi utilizado um programa capaz de automatizar o envio em massa da mensagem de propaganda.</p>
<p>As reações dos usuários foram imediatas e negativas. O grande número de mensagens trocadas sobre o assunto comprometeu o desempenho da rede, causando um dos conhecidos efeitos colaterais do spam.</p>
<p>Durante as discussões sobre o ocorrido, surgiu a referência ao termo spam, relembrando uma cena do programa de TV do grupo inglês Monty Python, onde vikings inconvenientes estavam em uma lanchonete, repetindo diversas vezes a palavra &#8220;spam&#8221;, referindo-se ao presunto condimentado enlatado americano. A cena pode ser vista abaixo&#8230;</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=anwy2MPT5RE&amp;feature=player_embedded">Monty Python &#8211; Spam</a></p>
<p>A repetição da palavra SPAM tantas e tantas vezes, incomoda e perturba. As sensações e as reações são muito parecidas com aquelas experimentadas pelos usuários que receberam repetidas vezes a mesma mensagem postada na USENET, sobre a loteria de Green Cards.A partir de então, o termo spam passou a designar <em>e-mails</em> não solicitados. Se você quiser saber um pouco mais sobre spam e como combatê-lo, acesse o site <a href="http://antispam.br/">Antispam.br</a> do <a href="http://www.cgi.br/">Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br)</a>.</p>
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		<title>Mulheres na Computação</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 16:50:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nathalia Sautchuk Patrício, Coop9</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coop9]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[ada byron lovelace]]></category>
		<category><![CDATA[charles babbage]]></category>
		<category><![CDATA[computadores]]></category>
		<category><![CDATA[história da computação]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>

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		<description><![CDATA[Comemorando a estréia do blog e fazendo a primeira participação feminina, vou falar um pouco sobre a história da computação, que é o principal tema do blog. E porque não começar com a contribuição das mulheres na computação? A história da computação possui muitos personagens que contribuíram para o seu desenvolvimento. Na sua grande maioria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comemorando a estréia do blog e fazendo a primeira participação feminina, vou falar um pouco sobre a história da computação, que é o principal tema do blog. E porque não começar com a contribuição das mulheres na computação?</p>
<p>A história da computação possui muitos personagens que contribuíram para o seu desenvolvimento. Na sua grande maioria os personagens conhecidos dessa história são homens. Podemos citar muitos homens que contribuiram para a computação: Babbage, Boole, Turing, Von Neumann&#8230; E aonde ficam as mulheres nessa história toda?</p>
<p>Será que não houve nenhuma contribuição feita por uma mulher? Não digo daquelas mulheres que são tidas como &#8220;a primeira mulher engenheira de computação do mundo&#8221;, ou seja, a primeira mulher a fazer uma atividade que antes era dominada apenas por homens. Digo uma mulher que tenha sido o primeiro indivíduo, seja homem ou mulher, que contribuiu originalmente com alguma coisa para a computação.</p>
<p>Lendo um livro chamado &#8220;100 mulheres que mudaram a História do Mundo&#8221; acabei por achar essa mulher. O nome dela é Ada Byron, filha do conhecido poeta inglês Lord Byron. Também é conhecida como Ada Lovelace, por ter se casado aos 19 anos com o conde de Lovelace.</p>
<div id="attachment_581" class="wp-caption alignright" style="width: 428px"><img class="size-full wp-image-581" src="http://www.bitabit.eng.br/wp-content/uploads/2009/11/Ada_lovelace.jpg" alt="Ada Byron (Lovelace): A primeira mulher a contribuir com a Computação" width="418" height="575" /><p class="wp-caption-text">Ada Byron (Lovelace): A primeira mulher a contribuir com a Computação</p></div>
<p>Sua grande contribuição para a história da computação é ter sido a primeira pessoa a descrever completamente o processo que hoje é conhecido como programação de computador.</p>
<p>Na época em que viveu também vivia um outro grande contribuinte no desenvolvimento da computação, o cientista Charles Babbage, que é tido como o pai dos computadores modernos. Ada conheceu o trabalho de Babbage e, traduzindo uma de suas teorias, acrescentou notas nas quais descrevia como alimentar a máquina analítica de Babbage com cartões perfurados, sendo tidas como os primeiros programas de computadores. Ada também previu a possibilidade da música computadorizada, afirmando que a música é matemática e, portanto, poderia ser adaptada para ser composta por uma máquina.</p>
<p>Em reconhecimento a suas contribuições originais, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos nos anos 80 chamou a linguagem de programação de seu novo sistema de Ada. Essa é uma linguagem de programação estruturada, de tipagem estática, imperativa, orientada a objetos e é uma linguagem de alto nível, originada de Pascal e outras linguagens.</p>
<p>Para saber mais sobre a história da Ada, deixo os seguintes links:</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ada_Lovelace">http://pt.wikipedia.org/wiki/Ada_Lovelace </a><br />
<a href="http://www.museudocomputador.com.br/personalidades_adalove.php">http://www.museudocomputador.com.br/personalidades_adalove.php </a></p>
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