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	<title>Comentários sobre: A Natureza de uma Linguagem de Programação</title>
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	<description>O Blog da Engenharia de Computação da POLI-USP</description>
	<lastBuildDate>Mon, 30 Jan 2012 18:12:54 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: valdomiro</title>
		<link>http://www.bitabit.eng.br/2009/11/09/a-natureza-de-uma-linguagem-de-programacao/comment-page-1/#comment-249</link>
		<dc:creator>valdomiro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 13:58:02 +0000</pubDate>
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		<description>gostaria de receber de que forna e para que são usadas pelo menos as 5 linguagens mais atuais
obrigado estudo ads e preciso descobrir</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>gostaria de receber de que forna e para que são usadas pelo menos as 5 linguagens mais atuais<br />
obrigado estudo ads e preciso descobrir</p>
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		<title>Por: Ricardo Guiraldelli</title>
		<link>http://www.bitabit.eng.br/2009/11/09/a-natureza-de-uma-linguagem-de-programacao/comment-page-1/#comment-111</link>
		<dc:creator>Ricardo Guiraldelli</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 19:34:18 +0000</pubDate>
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		<description>Vou &quot;re-responder&quot; no seu modelo:

(1) Se o objetivo é prático, o título é inapropriado. Se o alvo é &quot;mais populares no mercado&quot;, esqueceu de especificar o mercado. Bancos e financeiras, por exemplo, utilizam-se muito de linguagens funcionais como Haskell; sistemas embarcados de C/C++; sistemas críticos de Ada. Já o &quot;feijão com arroz&quot;, o &quot;be-a-bá&quot; da Computação, usa essas que você disse, mesmo.

(2) Quando você escreve &quot;frescuras&quot; você está denegrindo a linguagem, quando Haskell, na verdade, é o &quot;supra sumo&quot;, com forte formalismo e facilidades que outras linguagens não permitem. Um exemplo prático? http://www.cs.chalmers.se/ComputingScience/Research/Functional/Fudgets/haskell-vs-ada-abstract.html

(3) Quando você afirma algumas características de Haskell, na verdade, você está afirmando características de paradigmas de programação, o que retorna ao meu primeiro comentário. Se você deseja &quot;apresentar de maneira simples conceitos que definem linguagens de programação&quot;, talvez seja interessante você fazer um paralelo com o ensino da matemática, talvez uma comparação ensinar achar número ímpares por um fluxograma, uma maneira &quot;falada&quot; e por uma equação (do tipo p = 2*k + 1 ). Afinal, Computação é Matemática.

Eu sei que estou sendo pedante nos meus comentários, mas são apenas críticas construtivas para uma possível série de artigos seus.

De qualquer forma, parabéns pela iniciativa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vou &#8220;re-responder&#8221; no seu modelo:</p>
<p>(1) Se o objetivo é prático, o título é inapropriado. Se o alvo é &#8220;mais populares no mercado&#8221;, esqueceu de especificar o mercado. Bancos e financeiras, por exemplo, utilizam-se muito de linguagens funcionais como Haskell; sistemas embarcados de C/C++; sistemas críticos de Ada. Já o &#8220;feijão com arroz&#8221;, o &#8220;be-a-bá&#8221; da Computação, usa essas que você disse, mesmo.</p>
<p>(2) Quando você escreve &#8220;frescuras&#8221; você está denegrindo a linguagem, quando Haskell, na verdade, é o &#8220;supra sumo&#8221;, com forte formalismo e facilidades que outras linguagens não permitem. Um exemplo prático? <a href="http://www.cs.chalmers.se/ComputingScience/Research/Functional/Fudgets/haskell-vs-ada-abstract.html" rel="nofollow">http://www.cs.chalmers.se/ComputingScience/Research/Functional/Fudgets/haskell-vs-ada-abstract.html</a></p>
<p>(3) Quando você afirma algumas características de Haskell, na verdade, você está afirmando características de paradigmas de programação, o que retorna ao meu primeiro comentário. Se você deseja &#8220;apresentar de maneira simples conceitos que definem linguagens de programação&#8221;, talvez seja interessante você fazer um paralelo com o ensino da matemática, talvez uma comparação ensinar achar número ímpares por um fluxograma, uma maneira &#8220;falada&#8221; e por uma equação (do tipo p = 2*k + 1 ). Afinal, Computação é Matemática.</p>
<p>Eu sei que estou sendo pedante nos meus comentários, mas são apenas críticas construtivas para uma possível série de artigos seus.</p>
<p>De qualquer forma, parabéns pela iniciativa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rafael Barbolo Lopes</title>
		<link>http://www.bitabit.eng.br/2009/11/09/a-natureza-de-uma-linguagem-de-programacao/comment-page-1/#comment-108</link>
		<dc:creator>Rafael Barbolo Lopes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 23:49:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bitabit.eng.br/?p=718#comment-108</guid>
		<description>Vamos por partes.

1. O objetivo desse texto foi fornecer uma visão prática de características que definem uma linguagem de programação. Por isso eu foquei em linguagens populares e mais usadas no mercado.

2. Linguagens como Haskell possuem mais frescuras que eu não cobri nesse artigo. O Leandro Lameiro me fez uma pergunta sobre um trecho que eu escrevi:

&quot;Em uma linguagem de tipo estático, o compilador deve conhecer o tipo de uma variável ou método antes da execução do programa (por isso, o tipo de uma variável normalmente é explicitamente declarado).&quot; 

Pergunta: esse &quot;normalmente&quot; é pra cobrir as linguagens de tipo estático implicito? 
Minha resposta: Sim, como em Haskell.

Em outros trechos do artigo eu também fugi dessas linguagens. Por exemplo, Scala é uma linguagem que pode ser tanto interpretada quanto compilada.

Eu gostaria de conseguir cobrir essas peculiaridades de algumas linguagens de programação, porém o texto poderia fugir do objetivo: apresentar de maneira simples conceitos que definem linguagens de programação.

Mas ainda quero rever o que escrevi, juntar todos os comentários e escrever novamente. Existem alguns &#039;problemas&#039; no texto, porém em termos práticos acho que está tudo ok!

Valeu pelo comentário!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos por partes.</p>
<p>1. O objetivo desse texto foi fornecer uma visão prática de características que definem uma linguagem de programação. Por isso eu foquei em linguagens populares e mais usadas no mercado.</p>
<p>2. Linguagens como Haskell possuem mais frescuras que eu não cobri nesse artigo. O Leandro Lameiro me fez uma pergunta sobre um trecho que eu escrevi:</p>
<p>&#8220;Em uma linguagem de tipo estático, o compilador deve conhecer o tipo de uma variável ou método antes da execução do programa (por isso, o tipo de uma variável normalmente é explicitamente declarado).&#8221; </p>
<p>Pergunta: esse &#8220;normalmente&#8221; é pra cobrir as linguagens de tipo estático implicito?<br />
Minha resposta: Sim, como em Haskell.</p>
<p>Em outros trechos do artigo eu também fugi dessas linguagens. Por exemplo, Scala é uma linguagem que pode ser tanto interpretada quanto compilada.</p>
<p>Eu gostaria de conseguir cobrir essas peculiaridades de algumas linguagens de programação, porém o texto poderia fugir do objetivo: apresentar de maneira simples conceitos que definem linguagens de programação.</p>
<p>Mas ainda quero rever o que escrevi, juntar todos os comentários e escrever novamente. Existem alguns &#8216;problemas&#8217; no texto, porém em termos práticos acho que está tudo ok!</p>
<p>Valeu pelo comentário!</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Ricardo Guiraldelli</title>
		<link>http://www.bitabit.eng.br/2009/11/09/a-natureza-de-uma-linguagem-de-programacao/comment-page-1/#comment-100</link>
		<dc:creator>Ricardo Guiraldelli</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 09:55:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bitabit.eng.br/?p=718#comment-100</guid>
		<description>Acho que o escopo foi muito limitado do seu texto.

Você apenas focou linguagens imperativas e de &quot;orientação a objetos&quot; (sim, com aspas!) e esqueceu de descrever o que realmente faz linguagens de programação diferentes: o paradigma.

Na sua &quot;colagem de logos&quot; você colocou Haskell e Erlang, por exemplo, mas não as definiu no seu texto. Onde se encaixariam?

Paradigmas são o que realmente diferenciam linguagens e, entre eles, podemos citar:
(1) Declarativo, como Prolog
(2) Imperativo, como C e Pascal
(3) Orientado a Objetos, como Smalltalk e Java
(4) Funcional, como LISP, Haskell e Erlang

Não me lembro, agora, se há outros paradigmas (o Wikipédia não é a melhor referência nesse assunto). Preciso dar uma olhada no livro de Compiladores para relembrar. Mas esse é o &quot;verdadeira razão&quot; pela qual se diferenciam as linguagens.

Uma excelente referência é o livro &quot;Programming Language Landscape&quot; [ http://portal.acm.org/citation.cfm?id=5429 ] ou os professores de Compiladores.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que o escopo foi muito limitado do seu texto.</p>
<p>Você apenas focou linguagens imperativas e de &#8220;orientação a objetos&#8221; (sim, com aspas!) e esqueceu de descrever o que realmente faz linguagens de programação diferentes: o paradigma.</p>
<p>Na sua &#8220;colagem de logos&#8221; você colocou Haskell e Erlang, por exemplo, mas não as definiu no seu texto. Onde se encaixariam?</p>
<p>Paradigmas são o que realmente diferenciam linguagens e, entre eles, podemos citar:<br />
(1) Declarativo, como Prolog<br />
(2) Imperativo, como C e Pascal<br />
(3) Orientado a Objetos, como Smalltalk e Java<br />
(4) Funcional, como LISP, Haskell e Erlang</p>
<p>Não me lembro, agora, se há outros paradigmas (o Wikipédia não é a melhor referência nesse assunto). Preciso dar uma olhada no livro de Compiladores para relembrar. Mas esse é o &#8220;verdadeira razão&#8221; pela qual se diferenciam as linguagens.</p>
<p>Uma excelente referência é o livro &#8220;Programming Language Landscape&#8221; [ <a href="http://portal.acm.org/citation.cfm?id=5429" rel="nofollow">http://portal.acm.org/citation.cfm?id=5429</a> ] ou os professores de Compiladores.</p>
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	<item>
		<title>Por: russoedu</title>
		<link>http://www.bitabit.eng.br/2009/11/09/a-natureza-de-uma-linguagem-de-programacao/comment-page-1/#comment-73</link>
		<dc:creator>russoedu</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 09:39:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.bitabit.eng.br/?p=718#comment-73</guid>
		<description>Show cara!!!

Se tivesse lido esse post antes, não ia ficar maluco tentando entender o livro que estou lendo sobre Cocoa!

Aliás, acho que é algo que vale citar, que Objective-C (a linguagem pra Macs e iPhone) aceita tipagem forte ou fraca! Inclusive, no livro que estou lendo, ele comenta que pode parecer estranho usar tipagem fraca se você está mais acostumado com tipagens fortes, mas que as coisas funcionam tão bem quanto e te permitem maior flexibilidade!

Esse mesmo exemplo que você citou (a + b), em Javascript, se não me engano, mesmo uma delas sendo uma String, é feita uma soma... agindo de maneira diferente do Ruby!

Parabéns Barbolo! Excelente post!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Show cara!!!</p>
<p>Se tivesse lido esse post antes, não ia ficar maluco tentando entender o livro que estou lendo sobre Cocoa!</p>
<p>Aliás, acho que é algo que vale citar, que Objective-C (a linguagem pra Macs e iPhone) aceita tipagem forte ou fraca! Inclusive, no livro que estou lendo, ele comenta que pode parecer estranho usar tipagem fraca se você está mais acostumado com tipagens fortes, mas que as coisas funcionam tão bem quanto e te permitem maior flexibilidade!</p>
<p>Esse mesmo exemplo que você citou (a + b), em Javascript, se não me engano, mesmo uma delas sendo uma String, é feita uma soma&#8230; agindo de maneira diferente do Ruby!</p>
<p>Parabéns Barbolo! Excelente post!</p>
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